"(...) respondeu Dom Quixote - (...) A poesia, no meu entender, (...) não quer ser manuseada, nem arrastada pelas ruas, nem publicada nas esquinas das praças, nem pelos desvãos dos palácios. É feita por uma alquimia de tamanha virtude, que quem souber tratá-la pode mudá-la em ouro puríssimo (...)"
(Miguel de Cervantes Saavedra, “Dom Quixote de La Mancha", Segunda parte, tradução de Viscondes de Castilho e Azevedo, Abril Cultural, 1978, p. 373)
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