“Uma hormiga no es menos poética que uma estrella, porque en la hormiga también fermenta el cosmos que todo lo contiene. La poesia le da vueltas en la eternidad y la aprisiona como la cáscara al huevo, sin dejar de ser el ovo que inicia y termina adentro y afuera... Como decir lo máximo y lo mínimo.” (Jesús Enrique Barrios, em “De poesía con los poetas”, Fundación Editorial El Perro y La Rana, 2007, p. 20)
Num livrinho do venezuelano Jesús Enrique Barrios com reflexões sobre o ofício da poesia, encontrei a anotação acima, que poderia perfeitamente ser usada como epígrafe em uma edição conjunta dos meus dois livros de poemas, “Microafetos” (2005, Edições K, esgotado) e “Macromundo” (inédito, a ser lançado em 2010 pela Confraria do Vento).
(Aproveito para repetir: um último exemplar de "Microafetos" continua à venda no Sebo do Bac (São Paulo), via Estante Virtual.)
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