lançado há poucas semanas, "
para colorir" reúne crônicas de
ricardo cury, baterista (desde 1994) de inúmeras bandas baianas. "
nem de longe uma autobiografia", conforme o autor observa no "prólogo", a organização dos "
textos em uma determinada ordem (...) acabou fazendo com que o livro ficasse parecido, e apenas parecido, com um romance" (p. 12) bem-humorado sobre o cotidiano cultural de salvador (futebol, carnaval) e sobre o dilema de seguir uma profissão convencional ou viver de rock na terra do axé - entre capítulos que contam viagens ao vale do capão (chapada diamantina), à europa, a países do mercosul (chile e argentina) e a são paulo.
